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Mensagem: DADOS DO ABASTECIMENTO E QUALIDADE DA ÁGUA: MONTES CLAROS (2º Semestre de 2026) A Barragem de Juramento inicia 2º semestre de 2026 operando com 88,20% de sua capacidade máxima. O nível atual está com 1,24 m abaixo da cota máxima - volume represado de 39,69 x 10⁶ m3. Os dados compilados nas estações pluviométricas das três microbacias contribuintes (Rio Canoas, Rio Saracura e Rio Juramento) apresentam o seguinte cenário pluviométrico: JULHO/2026: 00,0 mm. O acumulado do Período (01/ Out. /2025 a 31/ julho /2026: - 1.251,50 mm; este acumulado reflete o desempenho DESDE INÍCIO do período chuvoso e do atual ano agrícola. A cidade de Montes Claros possui um polo industrial que consome grande parte da água tratada, e acerca de 440 mil habitantes fixos, além de uma população flutuante de 60 mil pessoas — composta por estudantes, pacientes da rede de saúde e profissionais que circulam diariamente pelo município. Para atender a essa demanda e garantir a sustentabilidade do sistema — cujo objetivo principal é fornecer água em quantidade suficiente e com qualidade rigorosa —, a estrutura local conta com seis captações principais: Rio São Francisco (em Ibiaí - Barragem de Juramento; Rio Pacuí (captação superficial em Coração de Jesus); Lapa Grande (responsável por 11% do abastecimento); Rebentão dos Ferros em Nova Esperança (9%); Barragem dos Porcos (no km 6,5 da BR-365). Complementando essa rede, uma vasta bateria de poços profundos atua como reserva estratégica, garantindo a segurança hídrica contra paralisações técnicas e secas prolongadas. Contudo, não obstante a farta oferta de água com barragens e captações com alto volume disponível, a gestão local não foca no uso correto dos recursos disponíveis, no menor gasto de tempo, explicitando a baixa produtividade. A Copasa (Equatorial), terá de viabilizar mais investimentos em Monte Claros, ou melhor no Norte de Minas visando cumprir metas para atender o Novo Marco Legal do Saneamento e cumprir a meta de universalização dos serviços até 2033. Se a má gestão da empresa, digo, Copasa (Equatorial), muitos prefeitos não irão aderir a repactuação que a Copasa (Equatorial) pretende. Prefeitos necessitam de realizações dos investimentos necessários, porém, ficarão receosos do uso correto dos recursos disponíveis as gerências regionais, face de um feedback confiável que possa dar segurança jurídica. Contudo, não obstante a farta oferta de água, impulsionada por barragens e captações de alto volume, a gestão local NÃO FOCA na utilização eficiente dos recursos nem na otimização do tempo, o que evidencia a baixa produtividade. A Copasa (Equatorial) terá de viabilizar mais investimentos em Montes Claros, e, de forma mais ampla, no Norte de Minas —, visando cumprir as metas de universalização dos serviços até 2033, conforme exige o Novo Marco Legal do Saneamento. Caso a má gestão da empresa persista, muitos prefeitos não aderirão à repactuação pretendida pela concessionária. Os Prefeitos municipais necessitam da execução efetiva dos investimentos previstos, mas permanecem receosos quanto à correta aplicação dos recursos pelas gerências regionais, carecendo de um feedback confiável que lhes garanta segurança jurídica. XXXI – VII – MMXXVI (*) José Ponciano Neto é Técnico em Recursos Hídricos /Meio Ambiente – Ex Supervisor de Gestão de Barragens e supervisor de Estação Climatológica com tanques Classe A – Membro do Instituto Histórico e Geográfico de Montes Claros -IHGMC e Diretor Financeiro da Academia Maçônica de letras do Norte de Minas – Colunista Literário do Site: montesclaros.com / 98,0 FM – Colaborador Novo Jornal de Notícia
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