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montesclaros.com - Ano 26 - sexta-feira, 28 de fevereiro de 2025
 

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Mensagem: O futuro dirá Manoel Hygino Fica-se sabendo imediatamente de quase tudo que acontece, graças aos modernos meios de comunicação social. Claro que muito se ignora, exatamente porque se tem intenção de torná-lo público. Com a ascensão de Trump à Casa Branca, pela segunda vez, o ambiente internacional entrou em ebulição. Ele gosta de estar em evidência. Tão logo assumiu, Trump deu uma reviravolta no cenário. A primeira foi a aproximação dos EUA com a Rússia. Ele e Vladimir Putin trataram de pôr fim à guerra da Ucrânia, aniversariante exatamente em fevereiro. Acontece que a política “América First”, não é exatamente a que o mundo desejaria. A “América, a do Norte”, pretende ser a dona do mundo - segundo Trump, mas a Europa não está inteiramente certa de que este é o melhor caminho para a paz. E o presidente da Ucrânia tampouco julga sensata a condução para o fim do malfadado conflito, que Moscou dispense a participação de Kiev. Como proceder? Trump reafirma apoio à Otan, mas não quer que o homólogo ucraniano participe dos entendimentos com Kiev. Em todo caso, Zelenski já admite renunciar à presidência, se isso conduzir à paz. A situação neste nosso mundo é muito mais complexa, delicada e grave do que se pensa. E do que podem estar admitindo a esta hora Trump e os super milionários convidados a integrar suas equipes. Aylê- Salassié Filgueiras Quintão, jornalista que atuou nos maiores jornais do país, tem razões para emitir opiniões contrárias à política da Casa Branca. “Sem disparar um tiro, o Presidente Donald Trump pretende acabar esse trânsito e decretar o fechamento da fronteira dos EUA com o México. (...) As lições vêm dos países europeus, que se prontificam a ser solidários com os imigrantes, mas, sem alarde, estão sempre expulsando gente. Por motivos políticos ou para fugir das guerras, quase tribais, milhares de africanos e asiáticos são despejados anualmente na Europa. (...) (...) A questão tornou-se tão trivial que deu lugar à dezenas de gangues de fronteira explorando levas de imigrantes latinos, oferecendo-lhes facilidades inexistentes, e cobrando deles valores quase impossíveis de serem pagos. E aí começavam as atrocidades: violências, estupros e crimes, contra e entre imigrantes, bem como subornos das autoridades fronteiriças. Alguns foram cooptados pelo tráfico de drogas. Trump vem cercando as fronteiras, com muradas, e dobrando o policiamento por ali”.

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